terça-feira, 16 de agosto de 2011





A viagem é mais importante do que o destino final, não me canso de lembrar essa frase toda vez que me deparo com o incomum: - Frase feita porém verdadeira!

Perceber que o mais importante do que pensar em fazer, é agir, inúmeras vezes a dúvida e o medo me trouxeram uma aliada, a derrota. Quando a atitude falou mais alto, o resultado foi o esperado, um mundo novo estara surgindo.


Corra atrás dos seus sonhos, da sua missão !!!!!!!!!

Não desista! Enfrente os erros e aprenda a se manter vivo, independente do que falam ou façam, contra-fluxo da angústia do perder, e respire o ar da vitória.

Portanto meus caros, mais uma batalha ganha nessa guerra imune ao olho nu, que só termina quando os desejos de ganhar superam a incrível derrota, prossiga, lute e continue sua saga, pois a vida é bela!



Tiago Campos

domingo, 14 de agosto de 2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mooca Bela Mooca

A HISTÓRIA

Os portugueses chegaram a São Vicente em 1532, já com o propósito de escalar a Serra do Mar, em busca do ouro dos Incas. Afinal já fazia 38 anos que estavam de posses das terras do Tratado de Tordesilhas, e com o passar dos anos de posse aprenderam com os índios sobre o Caminho de Peabiru, que ligava a então Capitania de São Vicente (litoral de São Paulo) à cidade de Cuzco, no Peru. A trilha estendia-se por aproximadamente três mil quilômetros e também cortava Paraná, Bolívia e Paraguai.

As tropas portuguesas só conseguiram vencer a disputa com os índios do planalto de Piratininga em fins de 1553 e conseguiram montar o Colégio dos Jesuítas em 25 de janeiro de 1554, e a base para ações mais arriscadas.

A atual Rua da Mooca formava a trilha indígina original, que serviu às tropas portuguesas e aos jesuítas para percorrer o caminho que levaria ao atual Páteo do Colégio, no alto da colina; posição estratégica para observar o movimento de tribos indíginas do centro da futura cidade.

Já na segunda metade do Século XIX, com o ciclo do café, São Paulo começa sua ascenção. Cria sua ferrovia São Paulo Railway para sua exportação e entra na Era Industrial, com uma crescente industrialização. Aí a população que nunca passara de 10 mil habitantes, dá sucessivos saltos de crescimento.

Aí aconteceu a crescente imigração, na maioria de italianos, depois espanhóis, portugueses, e do leste europeu (primeiro para a lavoura); vinham todos pela S.Paulo Railway, de Santos para S.Paulo, exatamente passando pelos bairros do Ipiranga, Sacomã, Mooca, Brás e Pari até chegar à Luz.

Este fato foi determinante para que 1500 indústrias tivessem se instalado na Mooca nesses 150 anos. Dentre elas, podemos destacar a Cia. Antarctica Paulista (ocupando a maior área), a Cia. União dos Refinadores, o Moinho Santo Antonio, o Cotonifício Rodolfo Crespi (1897), a São Paulo Alpargatas, as grandes montadoras americanas de automóveis – a Ford Company (1921) e a General Motors em 1925. A indústria textil foi muito forte no bairro, tendo a Fábrica de Tecidos Labor, a Tecelagem Matarazzo, Tecelagem 3 irmãos e muitas outras. Grandes gráficas.

Pelos Anos 40 do século passado, famílias abastadas se integraram à paisagem da Mooca, ocupando a Av. Paes de Barros com belas casas.

Pelos idos de 1985/95 começou a ter uma migração das grandes indústrias para outras cidades paulistas com incentivos fiscais, e o crescente interesse de grandes imobiliárias pelo solo da Mooca, com boa infra-estrutura e muito próximo do centro da cidade. Isso fez acontecer uma nova transformação, passando a ter uma característica mais comercial, e de serviços.

Fonte: http://www.bellapauliceia.com.br/exibeMateria.aspx?id=239

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Depois de outro dia

Remando por ai percebi, que quão livre seria minha vida caso eu optasse por essa vida que vivo agora, percas valiosas e ganhos importantíssimos pra bagagem diária dessa vida louca bandida.



Desinteresses que naufragaram diante de meus olhos e eu nem pude salvá-los, no meu bote salva-vidas só cabiam a minha consciência e a minha alma, grandes demais pra suportar o peso da dor, do medo e daquilo que não fazia mais parte do meu corpo... Corpos conectados, pura matéria cheia de malícias e gingados, outrora que se perdia o equilíbrio, vinha a voz silenciosa e dizia: - Cuidado!


Uma coisa aprendi com os ventos que nos guiam para longe, que eles nos trazem de volta mais fortes, brutais e desencanados com o improvável, o que instiga na verdade é a esperança que nunca morre do último pôr do Sol que vimos, afinal amanhã é outro dia e lá estará ele novamente reinando e brilhando paratodos, num dia novo.


Tiago Campos

quarta-feira, 27 de julho de 2011

É doce não é mole não...!

" Me disseru antionti que nu presta ih nu bah ali, la só tem genti pobri qui não gosta de glicosi. Meu avô me ensinô que a vida é mto boa, arco-íris u espetáculo, rapadura cabra machu, vem da cana, vem do mato, e é doce pá diachu, não me enganu não mi achu, se ti pegu ti exculaxu. Publicaru desdi onti us muleki lá do ba ali, 2 tablets um facão, foru tudu pa prisão, cu cirrosi sem noção, rapadura mermão, não se afogue, mas se jogue, catcha kaya na pressão. Só catchaça danus tragu sem crisi maladrão. Olha só minha senhora, pega um tecu e ti arrisca sua vida é tão tristi risca o fósforo na caixinha: - não difami e si toki, na estrada da'magura, pega um teco desse doce, vida longa rapadura. " (cânTICOs populares)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Choradeira Natal

"Sem chorumelas, bora lá, caminhar sentido à Lua, coisa mais bela, uma mulher versus planeta Terra, pode apostar tem tudo aqui, é só tentar e prosseguir, pesca e caça exuberante fauna, flora...
tábuas e marés...
irmandade, só quem é, sabe que é, zica do baile, peso na idéia, é muita treta, SUMEMO NEGO, é sem miséria, sem chorumelas..."

BOA VIAGEM




MARES NUNCA DANTES NAVEGADOS, SERÃO COMO NOVAS IDÉIAS, NOVOS SONHOS. PERSPECTIVAS VIND'ÁGUA, ONDE HÁ TERRAS "FLUTUANTES", E TAMBÉM PIRATAS EM SUAS BUSCAS CONSTANTES.


BOAS VIAGENS.....

TIAGO LUÍS DE CAMPOS